Da Inveja à Inspiração. Devo Comparar-me Com os Outros?
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🎧 Este artigo pode ser lido ou ouvido. Se preferires escutar o conteúdo, encontrarás a versão áudio no final da página, logo após a secção FAQ – Esclarece as tuas questões.
A inveja é um sentimento humano que surge quando desejamos algo que vemos nos outros. Em vez de a rejeitares, podes utilizá-la como uma ferramenta de autoconhecimento para descobrires aquilo que realmente desejas para a tua vida.
Convido-te a ler este artigo com a mente aberta. Sem te julgares.
Aquilo que sentes, mesmo quando é difícil de admitir, está a mostrar-te algo importante sobre ti e sobre aquilo que desejas para a tua vida.
Até a inveja pode trazer uma mensagem valiosa, se estiveres disposta a ouvi-la.
A inveja que tu sentes
Em criança ouvias histórias vezes sem conta.
Histórias que pareciam inocentes, quase distantes.
Mas mesmo em silêncio continuam a influenciar a forma como te sentes e vês o mundo, já em adulta.
Histórias que ficam, mesmo quando pensas que já as esqueceste.
Lembras-te da Branca de Neve?
A rainha malvada pergunta ao espelho mágico: “Quem é de todas a mais bela?”
A rainha, quando percebe que a escolhida é uma jovem bela e luminosa e não ela, algo dentro dela é dominado pela inveja. Uma inveja tão intensa que a leva a querer destruir aquilo que a faz sentir inferior. E por isso, dá a ordem ao seu leal caçador para matar a bela e gentil Branca de Neve.
Este conto infantil, que de certeza conheces da tua infância, mostra-te de forma simples o que é a inveja.
É perigosa. É escura.
Cresceste a ouvir estas histórias. E, por isso, quando mais tarde começas a reconhecer em ti os primeiros sinais de inveja, a reação é automática. Desconforto, culpa e, muitas vezes vergonha.
Aprendeste a associar a inveja ao mal e, por isso, rejeitas!
Calma ...
A inveja é um sentimento. Apenas isso.
Surge quando algo, ou alguém, te toca mais fundo e te faz questionar o teu próprio valor.
É o desconforto que sentes quando a tua amiga tem coragem de fazer aquilo que tu ainda não te atreves a fazer.
É uma estranha sensação de comparação.
Se analisares bem, descobres que nela existe medo.
Medo de ser incapaz.
Medo de perder.
Medo de falhar.
Medo de ficar para trás.
E quando não estás atenta a esse medo, a inveja instala-se e afasta-te de ti própria.
Mas o que é a inveja?
A inveja é o sentimento de desejo de possuir aquilo que outra pessoa tem, muitas vezes acompanhado por desconforto ou ressentimento. É, inclusivamente, considerada um dos sete pecados capitais. (infopédia)
"A inveja nasce do desejo de ser o número um."
Quando a inveja cresce sem dares por isso
Para Roxie Nafousi, autora do livro “Manifesta”, a inveja começa como uma onda de pânico, deixando um rasto de frustração, raiva e tristeza, tudo ao mesmo tempo.
Por vezes, surge de forma visível, quando um colega consegue a promoção que querias, quando vês um casal apaixonado e sentes que também gostarias de viver um momento assim.
"Quando vejo outra pessoa com alguma coisa que eu desejo, sinto-me ressentido porque não acredito que também o posso ter."
Na maior parte das vezes, a inveja é silenciosa. Aparece devagar e deixa-te com uma sensação de insatisfação, sem perceberes a razão.
Hoje, há um lugar onde isso acontece constantemente. Nas redes sociais.
Pode ser estranho, mas é muito verdade!
Já pensaste que quando fazes scroll, estás exposta a uma série de imagens de vidas perfeitas, corpos esculturais, casas de luxo, viagens a destinos paradisíacos, relações cor-de-rosa, sucessos milagrosos...
Tudo aquilo que te desafia a comparar e a desejar!!!!
Tão verdade, não é?
Pois... mas diz-me lá, quantas vezes entraste nas redes sociais para te distrair e saíste a sentir-te pior?
Quando tu invejas, o que não queres
Olha, vou contar-te uma pequena história que mostra exatamente isso.
Quando tu invejas o que não queres!
Numa sexta-feira durante o almoço, a conversar com a minha colega Sara, ela contava-me que muitas vezes chegava ao fim de semana e sentia uma tristeza difícil de explicar. Via as amigas a sair, a jantar e a divertir-se, enquanto ela ficava em casa. Dizia que isso a deixava desconfortável!
Eu, curiosa, perguntei-lhe:
— "Oh, Sara, se isso te faz sentir assim, porque não experimentas sair com elas e ver como te sentes?”
Ela achou que fazia sentido e decidiu aceitar o convite das amigas para jantar nesse fim de semana.
Na sexta-feira seguinte, voltámos a almoçar juntas. Assim que a vi entrar no restaurante, percebi que havia novidades. Trazia um sorriso no rosto.
Perguntei logo:
— “Então, como correu o fim de semana?”
Ela riu-se e respondeu:
— “Correu bem. Gostei de estar com elas. Mas percebi que eu gosto mesmo é de estar em casa. Gosto de descansar, ver um filme, recuperar energia. E gosto de acordar cedo ao domingo para ir correr com o meu grupo de treino. Percebi que estava a alimentar um sentimento de inveja, que afinal não corresponde a quem eu sou.
E agora, aqui entre nós que ninguém nos ouve... a Sara tinha inveja daquilo que imaginava que as amigas estavam a viver. Quando experimentou sair com elas, percebeu que o que a fazia feliz era outra coisa.
Por isso,
Às vezes, passamos tanto tempo a olhar para a vida dos outros que nos esquecemos de perguntar o que queremos para a nossa.
O perigo silencioso da comparação
As redes sociais funcionam, muitas vezes, como um viveiro de comparação.
Mostram-te uma versão editada da realidade.
Uma “vida de sonho” que raramente corresponde à verdade.
E tu reages como se fosse...
A inveja alimenta-se disso mesmo. A comparação.
E quando não tens a capacidade para a reconhecer, transforma-se numa armadilha.
Tal e qual os comportamentos impróprios, beber em excesso, fumar, viver em relações tóxicas, o vício das compras, ou até o adiamento de decisões.
A ilusão da perfeição
"A perfeição é, quase sempre, uma ilusão porque não existe enquanto estado permanente, mas apenas como estado aparente."
Para Laurinda Alves, (2001), aquilo que tu vês nos outros é uma versão incompleta da realidade, mas mesmo assim, é essa imagem que usas como referência. Tentas alcançá-la, comparas-te com ela e medes o teu valor a partir dela.
Concordas? Tenho a certeza de que sim.
Tudo isso te afasta de algo mais real, que é aceitares a tua imperfeição e a dos outros.
Perfeição não existe.
As pessoas mostram o que querem mostrar.
E, muitas vezes, tu só vês aquilo que reforça as tuas próprias inseguranças.
Aquilo que vês é a ponta do icebergue.
Não vês o esforço para obter os resultados.
A disciplina.
As rejeições.
Os momentos difíceis.
Olha,
Não há vidas perfeitas.
Não há pessoas perfeitas.
Há vidas com diferentes realidades.
A inveja nas relações mais próximas
A inveja aparece nas relações mais próximas, com amigos, companheiros, familiares. É aí que se torna mais difícil de aceitar.
Porquê?
Porque “Se tu gostas desta pessoa… como podes estar a sentir inveja dela?”
E, com esse sentimento és de imediato sobrecarregada pela vergonha, pela culpa, pelo autojulgamento, pela negação:
“Não gosto dela.”
“Nunca gostei.”
“Nem queria ter aquilo.”
Por outro lado, quando não reconheces a inveja, alimentas as tuas inseguranças.
Tens atitudes antipáticas, julgas tudo e todos...
E isso, torna-se ainda mais visível numa simples conversa de grupo no whatsapp, num jantar, numa reunião.
Já te apercebeste de que basta alguém falar noutra pessoa, que nem está presente, e a conversa fica centrada nela. Comentários, críticas, exageros, mentiras ganham outra dimensão!!!
Digo-te,
É tão fácil entrar nesse registo.
"A pessoa invejosa […] não tolera que o outro tenha algo e a solução é rebaixá-lo, para se elevar. E os instrumentos são os mexericos… Por detrás de um mexerico há sempre inveja e ciúme. E os mexericos dividem, destroem a comunidade."
Quero dizer-te que falar mal dos outros pode parecer um alívio no momento, mas não resolve o que sentes. Pelo contrário, afasta-te das pessoas e impede-te de crescer. Quando percebes isso, estás a dar um passo importante na tua evolução.
Por isso,
Escolhe sair desse ciclo.
Percebe que não precisas de rebaixar os outros para te sentires maior.
Da inveja à inspiração
Imagina que estás a tomar café com uma amiga.
Ela conta-te que foi promovida, que está feliz no trabalho e que finalmente conseguiu alcançar um objetivo que perseguia há muito tempo.
Tu sorris. Dás-lhe os parabéns. Mas, por dentro, sentes um aperto...
Sabes porquê? Não é que não gostes dela. É porque uma parte de ti também gostava de viver algo semelhante.
Ignoras esse sentimento? Fazes críticas a ti própria por o sentir? Procuras razões para desvalorizar a conquista dela?
Fica a saber que tu vais começar a mudar.
Quando? Perguntas tu!!!!
Quando tu decidires ser honesta contigo.
Em vez de fugires da inveja, analisa-a: "O que é que esta situação me está a mostrar?"
Vais perceber que a inveja aparece para te mostrar o que desejas para a tua vida.
Sentires mais confiança.
Teres uma relação mais feliz.
Estares num projeto que ainda não tiveste coragem de começar.
Aqui a inveja transforma-se em inspiração!!
Porque tu mudas a forma de olhar.
Percebes que o sucesso dos outros não te tira nada.
Mostra-te aquilo que também é possível para ti.
O teu pensamento era "Ela tem algo que eu nunca vou ter."
E agora é "Se ela conseguiu, eu também consigo."
10 passos para transformares a inveja em inspiração
Está atenta
Começa com a consciência. Procura reconhecer a inveja quando ela surge em ti.
Elimina a vergonha e o julgamento
Em vez de te criticares, pratica compaixão e gentileza contigo.
Aprende com a inveja
Pergunta-te: O que estou a desejar? Que medo está por trás disto?
Converte a inveja em inspiração
Usa o que vês como uma orientação e não como uma limitação.
Agradece
Valoriza o que tens.
Tem amor-próprio
Quanto mais te aceitas, menos necessidade tens de te comparar.
Reconhece a tua humanidade
Aceita que estás a sentir inveja.
Melhora a tua atitude em relação aos outros
Apoiar e encorajar deixam-te mais próxima dos outros. Criticar afasta-te.
Questiona o perfeccionismo
Exigir demasiado de ti e dos outros alimenta a frustração.
Está atenta ao medo
A inveja é muitas vezes um sintoma de medo. Quando cuidas das tuas inseguranças, estás a libertar-te.
E agora, o que fazes com isto?
Da próxima vez que estiveres nas redes sociais, ou em qualquer outro momento, e sentires aquele “toque” de inveja… para e pensa.
Vi alguém num lugar paradisíaco que eu também quero visitar?
Uma experiência única que quero viver?
Uma prática na vida que desejo explorar?
Pergunta a ti própria:
“Isto chamou a minha atenção por alguma razão. O que posso aprender com este sentimento?”
Sabes, quando transformas a inveja em inspiração, deixas de fazer comparações absurdas.
Passas a conhecer-te melhor.
Motiva-te em vez de invejar: o poder da modelagem
Se a inveja te mostra aquilo que desejas, a modelagem mostra-te como lá chegar.
A Programação Neurolinguística (PNL) procura compreender e transformar a forma como pensas, sentes e ages.
Parte da ideia de que os teus resultados não acontecem por acaso. São influenciados pela forma como organizas os teus pensamentos, as tuas emoções, a tua linguagem e até a tua postura corporal. (InPNL, 2023).
E tudo o que aprendes, transformas em algo melhor!!
O que faz, então, a PNL?
A PNL observa como funcionam as pessoas, especialmente aquelas que conseguem bons resultados, e encontra soluções para a pergunta:
“O que é que esta pessoa faz de diferente?”
John Grinder e Richard Bandler, criadores da PNL ajudam-te a perceber como funcionam as pessoas altamente eficazes e de que forma esse saber está acessível a ti (InPNL, 2023).
Complicado...?
Não é!!!
A PNL foca-se no sucesso. Estuda o que funciona para que possa ser replicado.
A essência da modelagem
Na PNL aprendes com quem já chegou onde tu gostarias de chegar.
Observas a forma como essa pessoa pensa, age e toma decisões.
Depois, procuras aplicar essas aprendizagens à tua própria vida.
"Para mim, a modelação é o caminho para a excelência."
Como funciona o processo de modelagem
Pode ser dividido em três passos (Rodrigues, 2024):
Observar
Olhar para a pessoa que queres modelar e perceber o que faz, como faz e porquê. O comportamento, a forma como pensa, as crenças que tem e a sua postura.
Analisar
Identificar o que a faz ser diferente. Distinguir o importante do secundário.
Replicar
Adaptar esses padrões a ti, para teres bons resultados.
Modelagem é compreender
A modelagem consiste em compreender o caminho que leva ao sucesso. Por exemplo, se admiras alguém pela confiança com que comunica, a modelagem faz-te perceber:
No que essa pessoa acredita sobre si própria.
Como gere o medo.
Como se prepara mentalmente.
O teu primeiro encontro com a modelagem
Para que tu percebas o que é a modelagem, vou dar-te a conhecer a minha própria experiência.
Eu tive o primeiro contacto com a modelagem durante a certificação em Master Practitioner.
Decidi modelar uma formadora cuja forma de explicar eu admirava muito.
Lembro-me de um momento em particular, em que falou da “terapia do pelo” de Calvin e Hobbes e isso fez-me ver uma dimensão completamente diferente dela.
Foi aí que o exercício começou a ganhar vida.
Observei os seus gestos. A forma como dizia as coisas. O seu ritmo.
A certa altura, senti que estava a tentar pensar como ela.
Mais tarde, fiz o mesmo exercício com uma colega, num trabalho ainda mais profundo.
Para além de a observar, fiz-lhe uma entrevista.
Quis perceber os seus valores, as suas crenças e a forma como comunicava.
Fui mais além do que aquilo que era visível. Percebi que aquilo que eu admirava nos outros não estava fora do meu alcance. Eram capacidades que também podia desenvolver em mim.
A mudança de perspetiva
Nesta mudança tudo se liga ao que viste até agora.
Se a inveja diz: “Ela tem… e eu não tenho.”
A modelagem pergunta: “O que é que ela faz que eu posso aprender?”
Esta perceção muda a tua atitude.
Porquê? Perguntas tu!
Porque deixas de te comparar e começas a crescer.
Este é o lugar que tu escolhes ocupar
É fácil caíres na comparação.
Olhar para os outros, para o que têm, para o que mostram, para o que já conquistaram e sentires que estás mil anos atrás.
Eu pergunto-te... É dessa forma que escolhes olhar para isso?
Laurinda Alves, (2001), lembra que, quando exigimos demasiado, a nós e aos outros, afastamo-nos da realidade. Cada pessoa está no seu caminho, no seu ritmo e viver preso a uma ideia de perfeição limita-nos.
"Esperar que o mundo à nossa volta se comporte como nós achamos que deveria comportar-se é um erro tremendo. Cada pessoa está num patamar de evolução diferente e não é legítimo exigir aos outros aquilo que não podem dar - muito menos que pensem como nós gostaríamos que pensassem. "
Já sabes que não existe um mundo perfeito, mas pode existir um mundo melhor.
Um mundo onde as pessoas se focam mais em crescer do que em comparar.
Mais em construir do que em criticar.
Olha,
Eu também poderia passar os meus dias a comparar-me com os outros.
Há poucos dias, estava num convívio entre amigos, quando o Pedro, a certa altura, me disse:
— "Margarete, tu és apenas mais uma profissional a trabalhar os mesmos temas que tantas outras pessoas."
Ouvi o comentário com tranquilidade, mas não fiquei surpreendida.
Na verdade, percebi que aquelas palavras falavam mais da forma como o Pedro vê o mundo do que de quem eu sou na realidade.
Se eu escolhesse acreditar naquilo que ele me disse, passaria a vida a olhar para o lado. A medir o meu valor pelos resultados dos outros. A comparar percursos e conquistas.
Sei que esse é um caminho sem fim.
Por isso, em vez de me comparar, foco-me naquilo que ofereço, na forma como ajudo as pessoas e no impacto positivo que crio.
E é isso que te quero transmitir. Quando passas demasiado tempo a olhar para os outros, corres o risco de te esqueceres do teu próprio caminho.
E isso leva-te, a uma mentalidade pobre.
Portanto,
Escolhe acreditar que há espaço para cresceres. Para aprenderes. Para contribuíres à tua maneira.
Faz o teu caminho. Ao teu jeito. Ao teu ritmo.
Percebe que o sucesso dos outros não te tira nada. Mostra-te o que também é possível para ti.
"Eu não quero ser a única ou a melhor. Quero apenas deixar a minha própria marca no mundo, por muito grande ou pequena que possa ser."
E agora como aplicas isto à tua vida?
Até aqui, já viste que a inveja é um sinal...
Uma pista sobre aquilo que desejas e sobre aquilo que ainda não sabes como construir.
Mas saber o que queres é diferente de saber como lá chegar.
É aqui que podes ficar bloqueada, pois continuas a comparar-te e não avanças.
Falta-te estrutura.
A estrutura que te permite transformar aquilo que vês no que começas a viver.
É isso que tu vais trabalhar nos meus programas, em acompanhamento individual e em grupo.
Programas em que vês as tuas mudanças a acontecer no dia a dia:
Vês a realidade com outros olhos;
Deixas de ficar paralisada e partes para a ação;
Decides, experimentas, adaptas e arriscas;
Dizes o que sentes sem pudor;
Partilhas sem medo;
Pedes ajuda quando precisas;
Sais de casa e divertes-te;
Ris sem medo;
Cumpres os objetivos a que te propuseste;
Terminas o dia com vitórias.
Por isso,
Se passas muito tempo a comparar-te com os outros e sentes que nunca és suficiente;
Se duvidas das tuas capacidades, mesmo quando tens prova do teu valor;
Se a conquista dos outros te incomoda mais do que gostarias;
Se sentes que estás presa no mesmo lugar, enquanto todos avançam;
Se estás demasiado crítica contigo e com os outros;
Se já não confias em ti,
Eu sei como posso ajudar-te.
Bibliografia:
Alves, L. (2001). XIS ideias para pensar. (13.ª edição). Oficina do Livro.
Instituto Internacional de Programação Neurolinguística (InPNL). (2023, novembro 25). O que é a PNL?
inveja – no Dicionário infopédia da Língua Portuguesa [em linha]. Porto Editora.
Masuno, S. (2025). Não te prendas ao que te prende. (1.ª edição). Lua de Papel.
Nafousi, R. (2024). Manifesta. (3.ª edição). Lua de Papel.
Rodrigues, T. (2024). Essência da PNL - Modelagem. Conversas com PNL.
FAQ - Esclarece as tuas questões
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Não. Sentir inveja é uma experiência humana e acontece a todos nós, em diferentes momentos da vida. Na maioria das vezes, a inveja não fala sobre falta de carácter. Fala sobre desejo e, muitas vezes, sobre medo: medo de não ser suficiente, de não conseguir ou de ficar para trás.
O problema é deixares a inveja tomar conta das tuas ações.
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Reconheceres que estás a sentir inveja. Faz a pergunta a ti mesma “O que é que isto me está a mostrar sobre aquilo que eu quero?” Com o tempo, vais perceber que aquilo que antes te incomodava, começa a inspirar-te.
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Porque nas redes sociais só mostram o lado bom do mundo. Só vês recortes da realidade. Só vês os bons resultados. Só vês momentos felizes. Só vês as conquistas. O teu cérebro reage como se aquilo fosse a única realidade. Por isso, deves interagir com elas, de forma mais consciente, com mais filtro e menos comparação.
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Escolhe alguém que tenha um resultado que desejas, na forma como comunica, decide, trabalha ou vive.
Observa com atenção: Como pensa? Como reage em situações difíceis? Que atitudes tem?
Depois, experimenta trazer elementos dessa forma de estar, para o teu dia a dia. Por exemplo: Numa reunião, fala com mais segurança. Toma uma decisão que andavas a evitar. Testa uma abordagem diferente com alguém. A modelagem é aprender com o que funciona e adaptar à tua realidade.